31 de dez. de 2011

Último dia do ano, e chega a ser estranho olhar toda a movimentação das pessoas em favor da festa pelo final de mais um ano. Sorrisos, confraternizações... Alguns deixam para fazer neste dia tudo de bom que não fizeram durante todo o ano. Mesmo assim, aparecem sempre as esperanças e promessas de que o ano que está começando será melhor, e mais ainda, esperanças de que alcançaremos tudo o que não conseguimos durante o ano que passou. Acontece que se não acreditarmos nisso, nossas esperanças serão sempre frustradas, ou não acreditaremos em mais nada de bom para as nossas vidas... Então vamos acreditar que as coisas poderão dar certo, que as pessoas ruins irão mudar, e que o ano que virá será melhor do que este que está terminando. Desejo a todos um ano maravilhoso em 2012. 


15 de ago. de 2011

Hidrografia

Rio é um amplo corpo de água em movimento limitado em um canal. Canais podem ser caracterizados pelas medições de largura, profundidade e velocidade.
O regime dos rios depende da quantidade de água que eles recebem, em função da quantidade de chuva, do tipo de solo ou rocha em que eles fluem, e da topografia da área. 
-Canais podem ser:
  • Efêmeros 
  • Intermitentes 
  • Perenes 
-Rios podem ser:
  • Efluentes 
  • Influentes

- Canais efêmeros são os que carregam água durante ou imediatamente após um evento chuvoso;
- Canais intermitentes são os que correm fluxo de água em alguns meses do ano;
- Canais perenes são os que possuem vazão o ano inteiro.

-Rios efluentes são os que recebem água da zona de saturação;
-Rios influentes são os que perdem água para o subsolo.
Tipos de canal:


Retilíneo
  Trecho retilíneo no Rio Madeira 

Anastomosado 
Trecho anastomosado do rio Waimakariri, na Nova Zelândia

Meandrante
Trecho meândrico no Rio Acre

Cada uma dessas fisionomias está associada aos processos de erosão, transporte e deposição dos sedimentos fluviais, o que permite que o rio tenha um perfil dinâmico, em constante busca de equilíbrio. Pode-se dizer que os rios indicam as condições naturais e as atividades humanas desenvolvidas na bacia hidrográfica, através de seu comportamento. 
  • Desmatamentos; 
  • Substituição de matas ciliares por terras cultivadas; 
  • Mineração; 
  • Canalização; 
  • Barramentos e construção de pontes; 
  • Deposição de lixo e esgoto;
Todos esses fatores alteram a estrutura original do ambiente de rios e canais, tornando o processo de recuperação do ambiente de rios e canais mais dificultosa. É possível que o canal se recupere naturalmente, mas será necessária larga escala de tempo correspondente ao tempo geológico para que isto ocorra.


 

16 de fev. de 2011

Pedologia...

Por Flora Oliveira

O solo é formado pela decomposição e desagregação das rochas em um processo contínuo. Através do intemperismo e da erosão será possível o solo se formar. A partir das modificações físicas e químicas causadas na rocha o solo é formado: “... aí desempenham papel fundamental a fauna e a flora do solo que, ao realizarem suas funções vitais, modificam e movimentam enormes quantidades de material...” (TOLEDO, et. al. 2003, P. 140). Uma série de fatores são necessários para que o solo possa ser formado; estes fatores são responsáveis pelas características do solo. Para entender estes processos, é necessário entender o que é solo. De acordo com Palmieri e Larach, entendemos o que é solo:
O solo é formado por um conjunto de corpos tridimensionais, resultantes da ação do clima e organismos sobre o material de origem (...). Dentro deste ponto de vista, solo é uma parcela dinâmica e tridimensional da superfície, constituído por um conjunto de características peculiares internas e externas... (PALMIERI e LARACH, 2000, p. 66).
            O clima, o relevo, o tempo, os organismos vivos são determinantes para que os solos possuam determinadas características e cores. Sob uma mesma condição climática cada tipo de rocha irá originar um diferente tipo de solo, de acordo com a constituição mineral que possuir; as diferentes formas do relevo proporcionam diferente distribuição de luz, água e calor, além de influir diretamente nos processos erosivos. O tempo de exposição na atmosfera vai caracterizar a profundidade e os horizontes no perfil do solo. (Ibidem, P. 140 – 156).
            Ao longo do tempo geológico, existem processos e condições que acarretam a formação do solo. Em condições propícias e determinadas, há o desenvolvimento de vegetais, animais e microorganismos, que agem acelerando o intemperismo, fornecendo matéria orgânica que irá fazer parte da composição do solo (determinando sua fertilidade).         
       A rocha de onde o solo é originado sofre mudanças químicas e físicas (intemperismo) características de acordo com o ambiente, pois as condições ambientes vão determinar a velocidade com que estes processos vão ocorrer. O material de origem, o clima, o relevo, os organismos e a ação do tempo, são fatores determinantes para a origem e a evolução dos solos. A cor do solo é o reflexo da quantidade de matéria orgânica e dos compostos minerais existentes naquele corte do solo (SILVA, 1999, P. 103).
            O intemperismo é o conjunto de modificações físicas e químicas que as rochas sofrem na superfície da Terra, e o produto destas modificações sofrem outros processos (erosão, transporte e sedimentação) os quais são fundamentais no processo de origem do solo. (TOLEDO, et. al. 2003, P. 140). “O solo é produto do intemperismo, do remanejamento, da organização das camadas superiores da crosta terrestre, sob a ação da atmosfera, da hidrosfera, da biosfera e das trocas de energia envolvidas.” (ibidem, p. 157).
            Através deste produto do intemperismo torna-se possível a vida de plantas e pequenos animais. O perfil de um solo bem desenvolvido possui camadas que são chamadas de horizontes, que vai da superfície até o material que originou o solo. Ao analisarmos o perfil do solo a característica mais evidente é a coloração: “... a cor do solo reflete as variações dos conteúdos de matéria orgânica, sílica e compostos de ferro.” (SILVA, 1999, P. 103). A cor pode revelar a presença dos constituintes minerais e até mesmo a umidade presente naquele local. A atividade biológica geralmente proporciona a coloração mais escurecida ao solo devido à acumulação de matéria orgânica. A cor do solo determina características do ambiente e dos processos que ocorrem no mesmo. De acordo com Silva, os solos mais escuros geralmente são menos suscetíveis à erosão, pois a matéria orgânica proporciona mais estabilidade aos agregados do solo. Em contrapartida, solos mais claros, tendem sofrer maiores processos erosivos e movimentos de massa; a coloração mais clara diz respeito ao teor de umidade do solo, que por ser baixa, inibe o crescimento de cobertura vegetal, aumentando a susceptibilidade aos processos erosivos. (Ibidem, p. 104).

A cor pode evidenciar a presença de certos constituintes que conferem diversas tonalidades aos horizontes do solo: a matéria orgânica (escuro), ferro (avermelhado), calcário e sais (branco), etc. pode também evidenciar o estado de certos constituintes: ferro ferroso (acinzentado ou azulado), goetita (amarelado), hematita (avermelhado). (Ibidem, p. 104).
            Desta forma, pode-se chegar à conclusão de que todos os fenômenos envolvendo a natureza vão condicionar a forma, a coloração, o perfil e até mesmo os processos intempéricos e erosivos do solo. Conforme dito anteriormente, as condições favoráveis ao desenvolvimento de vegetais, animais e microorganismos são possíveis através da transformação da rocha matriz em solo, e esses organismos participam intensamente na dinâmica que proporciona a vida ao solo. Os horizontes do solo também são importantes para o ecossistema, pois cada horizonte possui características de umidade, fertilidade, minerais; o desenvolvimento de vida no interior dos horizontes é diversificado, promovendo desta forma, uma dinâmica constante no interior dos solos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PALMIERI e LARACH. Pedologia e Geomorfologia. In: GUERRA, Antônio J.T. e CUNHA, Sandra B. Geomorfologia e Meio Ambiente. 2000.

SILVA, Antonio Soares da. Análise Morfológica dos Solos e Erosão. In: GUERRA, Antonio J. T; Et. Al. Erosão e Conservação dos Solos: Conceitos, Temas, e Aplicações. 1999.

TOLEDO, M. Cristina Motta de; Et. Al. Intemperismo e Formação do Solo. In: TEIXEIRA, Wilson; Et. Al. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.

31 de dez. de 2010

Porto de Galinhas

A praia de Porto de Galinhas esbanja beleza e encantos naturais. O local é repleto de cores observadas através do azul-esverdeado das águas translúcidas, o colorido dos peixes tropicais, o verde da vegetação, o branco dos bancos de areia, o azul do céu e o amarelo do sol. Quem vai ao balneário tem uma ótima oportunidade de estar em contato com a natureza. Isso porque a região abriga projetos de preservação ambientação.

Se você é o tipo de pessoa que gosta de estar perto da natureza, vai encontrar em Porto de Galinhas várias opções para se divertir. Aqui, você tem ao seu alcance:

- meditação à beira-mar;
- calmos passeios entre coqueirais;
- trilhas;
- cavalgadas ecológicas;
- mergulhos em águas mais profundas;
- passeios para conhecer os manguezais localizados no Pontal de Maracaípe.

Vale salientar que no local, por determinação de uma lei municipal, só circulam buggys credenciados. Essa medida foi tomada para evitar o fluxo descontrolado de veículos.


 
As piscinas naturais são uma das principais atrações de Porto de Galinhas. Na maré baixa, o local é muito freqüentado por banhistas. Essas formações naturais contam com:

- ótima localização e acesso fácil;
- águas mornas, limpas e calmas;
- passeios de jangada;
- um aquário gigante, onde você pode divertir juntos a uma grande variedade de peixinhos coloridos.


Por orientação da Secretaria de Meio Ambiente e Tecnologia de Ipojuca, os peixes ornamentais devem ser apenas alimentados com ração adequada e vendida pelos jangadeiros da região.

Fonte de pesquisa: http://www2.uol.com.br/portodegalinhas/natureza_piscinas.htm

19 de dez. de 2010

Campo Harmônico Maior


Relativo Maior
ou
Tônica
MenorMenorMaior
ou
Subdominante
Maior
ou
Dominante
Relativo MenorMeio Diminuto (Ø)
I - M7+
Jônio
II - m7
Dórico
III - m7
Frígio
IV - M7+
Lídio
V - M7
Mixolídio
VI - m7
Eólio
VII - m7b5 (Ø)
Lócrio
CDmEmFGAm
GAmBmCDEmF#Ø
DEmF#mGABmC#Ø
ABmC#mDEF#mG#Ø
EF#mG#mABC#mD#Ø
BC#mD#mEF#G#mA#Ø
F#G#mA#mBC#D#mE#Ø
C#D#mE#mF#G#A#mB#Ø
FGmAmBbCDm
BbCmDmEbFGm
EbFmGmAbBbCm
AbBbmCmDbEbFm
DbEbmFmGbAbBbm
GbAbmBbmCbDbEbm
CbDbmEbmFbGbAbmBbØ

18 de dez. de 2010

Campo Harmônico Menor Melódico


I - m7+
Dórico 7+
II - m7
Frígio 6
III - M7+5#
Lídio 5#
IV - M7
Mixolídio 4#
V - M7
Mixolídio 6m
VI - m7b5 (Ø)
Lócrio 2#
VII - m7b5 (Ø)
Superlócrio
DmEmFGAC#Ø
AmBmCDEF#Ø G#Ø
EmF#mGABC#Ø D#Ø
BmC#mDEF#G#Ø A#Ø
F#mG#mABC#D#Ø E#Ø
C#mD#mEF#G#A#Ø B#Ø
FmGmAbBbC
BbmCmDbEbF
EbmFmGbAbBb
AbmBbmCbDbEb
DbmEbmFbGbAbBbØ
GbmAbmBbbCbDbEbØ
CbmDbmEbbFbGbAbØ BbØ
CmDmEbFG
GmAmBbCDF#Ø

11 de dez. de 2010

O Rio de Janeiro continua lindo...

Uma homenagem aos cariocas, que apesar de tudo, continuam morando num lugar lindo demais...

Marina da Glória

Copacabana

Retinga da Marambaia

Praia da Barra da Tijuca

Barra Shopping!

Barra Shopping (lugar ótimo para as mulheres, hehehe)

Maraca

Pedra da Tartaruga

Bondinho

Sem comentários né

Bondinho2

Lagoa Rodrigo de Freitas

O calçadão mais famoso

Teatro Municipal

Centro

10 de dez. de 2010

A Região como Categoria Explicatvia da Realidade Brasileira II

A REALIDADE A PARTIR DA REGIÃO

Por Flora Oliveira


O recorte regional traz muitas informações proveitosas para que se possam identificar os processos que estão ocorrendo na realidade cotidiana daquele espaço. Conhecer os processos de ocupação humana e de desenvolvimento industrial, as principais atividades econômicas, ajudam a compreender a dinâmica regional. Os lugares onde se concentram a maior parte da população brasileira são as áreas do litoral, devido a uma atividade econômica tradicionalmente voltada para o setor exportador, que viabilizou fluxos de urbanização e infra-estrutura em torno de portos. O sudeste, durante muito tempo foi o maior pólo de atração migratória devido ao alto índice de desenvolvimento urbano e industrial, configura hoje uma população um tanto miscigenada. Podem-se encontrar pólos de concentração de identidades nordestinas, gaúchas, entre outras nessa região.

A Região Sudeste corresponde a menos de 11% do território nacional, porém abriga mais de 43% da população brasileira. Este fenômeno pode ser explicado pelo fato de esta ser a região mais desenvolvida economicamente; nesta encontram-se os maiores centros exportadores da América Latina, concentrando também a maior produtividade agrícola e pastoril.

A Região Nordeste possui uma distribuição irregular de sua população. A sub-região da zona da mata é a mais populosa, por se tratar da área mais desenvolvida na indústria e na economia. Essa sub-região atrai anualmente milhares de pessoas vindas do sertão; no entanto, as pessoas que migram acabam quase sempre desempregadas, devido à falta de qualificação profissional, trabalham no setor informal, e assim possuem uma renda restrita. Por não obter recursos financeiros suficientes para adquirir uma boa moradia, a única solução é ocupar áreas residenciais periféricas ou mesmo favelas, lugares desprovidos de todos os serviços básicos oferecidos pelo governo (esgoto, água tratada, pavimentação, iluminação pública, escolas, entre outras).

A Região Sul é a que possui a menor extensão territorial dentre todas. No entanto, alcançou altos níveis de desenvolvimento econômico e social do país. As atividades que impulsionaram o processo de ocupação da Região Sul foram a agricultura e a pecuária. Nos dias atuais, a região possui duas regiões metropolitanas que se destacam: a Grande Porto Alegre e Curitiba. Há também cidades médias de grande relevância dentro da região, como Londrina e Maringá.

A Região Centro-Oeste possui grande incidência de concentração de terras. Grandes propriedades desenvolviam pecuária extensiva e outras a produção agrícola altamente mecanizada. A escassez de emprego levou milhares de pessoas às cidades próximas, ocasionando assim o fenômeno do êxodo rural. O processo do êxodo rural ocorrido na Região Centro-Oeste resultou em um rápido crescimento da população que ocupou os centros urbanos ocasionando o surgimento de novas cidades. A chegada intensa da população do campo nas cidades fez com que essas ficassem saturadas em relação à quantidade de pessoas, desestabilizando a estrutura urbana.

A Região Norte possui apenas 8% da população do Brasil, distribuídas em uma gigantesca extensão territorial. A grande maioria se concentra em centros urbanos, tendo como aspecto comum a incidência de concentração de pessoas à margem de rios (população ribeirinha). Um dos principais fatores para este tipo de ocupação é a dificuldade de se locomover dentro da floresta amazônica e a falta de infra-estruturas em transportes, sendo a melhor saída a utilização dos rios como via de circulação.


8 de dez. de 2010

A Região como Categoria Explicativa da Realidade Brasileira

Por Flora Oliveira

O Símbolo da Identidade Nacional

Explicar a realidade do Brasil através dos regionalismos é algo que em parte pode até ser possível, afinal, o Brasil é composto por um misto de culturas e etnias. A identidade é algo que se constrói devido à carga cultural e ao meio em que se vive. Atrelar uma única identidade ao brasileiro é tarefa improvável de se conseguir. Ao contrário de países como a China, po exemplo, onde ao mencioná-lo logo vem à lembrança características físicas e até mesmo alguns aspectos culturais, o perfil o brasileiro é mais difícil e ser caracterizao como tendo uma única identidade e um único perfil físico. O que acontece então, ao se imaginar o brasileiro, é pensar nas várias identidades que compõem o vasto território e vão se configurando nas várias regiões.

Existem duas configurações regionais do território brasileiro: uma que divide o território em cinco grupos regionais: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste; e outra que divide o Brasil em três Regiões Geoeconômicas: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. A primeira divisão regional do Brasil foi proposta pelo IBGE em 1969, levando em consideração os aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como "regiões naturais do Brasil". Há uma pequena exceção com relação à região Sudeste, que foi criada levando-se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano). Em 1967, o geógrafo Pedro Pinchas Geiser propôs a divisão regional do Brasil em três regiões geoeconômicas ou complexos regionais. Essa divisão tem por base as características histórico-econômicas do Brasil, ou seja, os aspectos da economia e da formação histórica e regional.

As características de uma população dizem muito sobre a sua realidade; não apenas no sentido físico, mas o perfil comportamental e cultural de cada região diz algo sobre a sua realidade. Em cada uma das cinco regiões existentes no Brasil, podemos encontrar várias características e vários símbolos identitários. A exemplo da região sudeste, onde encontramos o capixaba, o mineiro, o paulista, o carioca... Em alguns estados pode-se observar até mesmo a construção de mais de uma identidade. Fato interessante de se observar é que não há uma integração nacional no sentido de identidade; apesar da facilidade de circulação de pessoas e informações que hoje é possível ocorrer, ainda se tem certa fragmentação no sentido da identidade regional.

6 de dez. de 2010

ECA... Por que conhecer

Por Flora Oliveira

O ECA influencia as práticas educativas no que diz respeito à criança e ao adolescente. Criado em 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente foi estabelecido como Lei Federal n.º 8.069 (obedecendo ao artigo 227 da Constituição Federal), e seu pressuposto básico de acordo com Dely, afiança que crianças e adolescentes sejam vistos como pessoas em desenvolvimento, sujeitos de direitos e destinatários de proteção integral. Esse conjunto de leis é direcionado a garantir os direitos e deveres de cidadania a crianças e adolescentes, determinando ainda a encargo dessa garantia à família, o Estado ou a comunidade.
A Psicologia foi a ciência que trouxe neste momento uma nova visão sobre a fase da adolescência, transformando-a em alvo de pesquisas e reflexões teóricas. Impulsionados pela nova visão trazida pela Psicologia e pelo Direito, juristas, políticos e educadores passaram a compreender a criança e o jovem como sujeitos em formação e, por isso, merecedores de práticas educativas diferenciadas.

Ao longo de seus capítulos e artigos, o Estatuto discorre sobre políticas referentes à saúde, educação, adoção, tutela e questões relacionadas a crianças e adolescentes autores de atos infracionais. O ECA é referencia mundial em termos de legislação destinada as crianças e adolescentes. Mesmo assim, ainda precisa ser compreendido de forma completa por todos no âmbito educacional e até mesmo em outros sentidos. Um longo caminho deve ser trilhado pela sociedade e pelo Estado para que seus embasamentos sejam aplicados à vivencia diária dos jovens brasileiros.

Assim, faz-se necessário que as escolas e os educadores conheçam por completo essa legislação, para que os intentos do ECA venham ser cumpridos e vivenciados, e para que as crianças e adolescentes do Brasil possam ter o seu pleno desenvolvimento com os direitos e deveres que lhes são necessários.
SILVA, José Luiz. Estatuto da criança e do adolescente: 852 perguntas e respostas. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2000.

GOMES DA COSTA, Antonio Carlos. Das necessidades aos direitos. São Paulo: Malheiros Editores, 1994.

PASTORELLI, Ivaneia. Manual de imprensa e de mídia do estatuto da criança e do adolescente. São Paulo: OrangeStar, 2001.

5 de dez. de 2010

Fragilidade conceitual nos livros diáticos

  Atualmente, convivemos com um problema na escola que muitas vezes até deixamos passar despercebido, ou fazemos vista grossa. Os conteúdos ministrados em sala de aula tem apresentado grande distancia em relação ao que é estudado no ambiente acadêmico. É evidente que não é possível abordar os temas com a mesma profundidade, porém ao tentar uma nova maneira para ensinar o assunto, o mesmo acaba sendo distorcido em relação às produções científicas. Faz-se necessário, desta forma, relacionar a academia com a escola. O ambiente acadêmico é o local de produção de conhecimentos e técnicas para serem aplicados à sociedade.

Para os Parâmetros Curriculares Nacionais a geografia é a área do conhecimento que está comprometida com o possibilitar de uma leitura e compreensão crítica do mundo aos alunos, de maneira que estes possam interpretar que o mesmo é passível de transformações. Atualmente a sociedade vem passando por mudanças cada vez mais rapidamente, o que tem transformado a vida das pessoas e o papel das instituições sociais. Paralelamente o acesso às informações tem sido cada vez maior, contudo, o que pode ser observado é que essas informações são fragmentadas, e o currículo escolar não possui um caráter que possibilite a ligação do estudo em sala com a vida em sociedade e com as informações obtidas .


A geografia é a ciência que busca compreender a intrínseca relação entre a sociedade e a natureza, onde o espaço geográfico torna-se o objeto de estudo dos geógrafos. Desta maneira, pode-se entender que o espaço trata da relação do homem com o seu meio, e para compreender melhor o produto desta interação, o espaço pode ser analisado através de uma categoria analítica. Desta maneira, a forma cartesiana como os conteúdos aparecem nos livros didáticos nos levam a refletir se tratados desta forma, será possível levar os alunos a entender os processos que estão ocorrendo no espaço.

19 de nov. de 2010

Sobre a Pedagogia...

Por Flora Oliveira

Pedagogia da Autonomia. Paulo Freire
Resumo do capítulo 1 do livro> Não há docência sem discência


Neste texto de seu livro, Paulo Freire traz a nós uma reflexão que deve fazer parte da prática docente, seja o educador crítico, progressista, ou conservador. Mostra a importância da reflexão na prática educativa, para que se possa formular uma metodologia de trabalho que atenda às necessidades desta, independente de ideologias, cor, raça, etc. Paulo Freire enumera e discute alguns pontos que considera fundamentais ao exercício educativo, e ainda coloca a importância da docência em relação à discência.
Um primeiro ponto importante a ser analisado, é a relação entre teoria e prática, que devem ser estritamente integradas. P. Freire coloca que na nossa experiência como formandos já devemos estar cientes de que ensinar não se trata de transferência de conhecimentos, e sim um exercício que possibilita a construção dos saberes dos indivíduos. O formador neste caso é quem possibilita essa construção, porém ele também adquire novas experiências, e renova em si os saberes que já foram construídos em sua formação.
A tarefa do educador de acordo com P. Freire é estimular a capacidade crítica do aluno, instigar sua curiosidade. Os educandos neste sentido se tornam sujeitos do processo ensino-aprendizagem, ao lado do educador, que também é sujeito deste processo. O professor tem por obrigação vir a tornar-se crítico, e deve dedicar-se à leitura de maneira que possa relacionar cada texto lido com a realidade em que vive; é importante que ele seja um desafiador, e que instigue nos alunos o desejo de ir além de suas condições. Ensinar exige metodologia, e rigor; exige que o educador pesquise sobre o assunto que ele vai tratar, que busque o que ainda não conhece, para que o processo educativo seja bem sucedido, seja enriquecedor.
De acordo com P. Freire deve-se ter respeito aos saberes dos educandos, devem-se levar em conta os saberes construídos em sua vivência social, pois eles enriquecem o processo da aprendizagem. Associar a realidade à disciplina pode estabelecer uma grande intimidade entre os alunos e os saberes curriculares fundamentais. A criticidade, a ética e a estética, são também colocadas como exigências da prática do ensino, pois assim estaremos respeitando a natureza do ser humano, e o ensino desta forma, não pode se afastar da formação moral dos indivíduos.
Outro ponto que foi colocado trata-se da vivência do que é dito pelo professor. O professor, não pode fazer um discurso da maneira que coloca como correta de se portar, ou pensar, se vive totalmente distante desta realidade; a realidade vivida tem que estar próxima da palavra. Se o professor ensina algo que afirma que é o correto, ele deve ser o exemplo, e sem ele, suas palavras de nada valem.
Evidente também é o fato de que a discriminação deve ser totalmente abolida da prática educativa. Ensinar exige que o novo seja aceito, experimentado, e que riscos sejam vivenciados, pois o ensino crítico está relacionado ao arriscar-se, ao experimentar novos conhecimentos e novas práticas. Por isso, deve-se refletir criticamente sobre a prática educativa, pois assim fazendo, estaremos aptos a melhorar cada vez mais esta prática. Assim fazendo, pode-se perceber por que mudar, onde, em que sentido mudar, na busca sempre do aperfeiçoamento.
Um ponto interessante que foi abordado, a identidade cultural, no sentido de que seja assumida, respeitada, reconhecida no processo de ensino. P. Freire discute que é necessário assumir uma identidade, e respeitar a identidade dos outros, e que essa é uma questão fundamental. Independente de classe ou cultura é importante que a identidade seja assumida, e não deve ser menosprezada a importância desta.
Desta forma, podemos concluir que as atitudes como educadores são de grande importân­cia no processo de formação, e que regras devem ser atribuídas, onde se deve respeitar o aluno, sua identidade, sua vivência em sociedade, e reconhecer a importância do discente no processo educa­tivo. A prática docente tem uma grande influência na sociedade, e por isso, deve-se refletir criticamente nesta, para que possa ser proveitosa, e possa influenciar positivamente na sociedade.

17 de nov. de 2010

Um pouco de Venezuela

Por Flora Oliveira
Situada ao norte da América do Sul, a Venezuela é banhada pelo mar do Caribe. Faz fronteira ao sul com o Brasil, a leste com a Guiana e a oeste com a Colômbia. Possui uma extensão territorial de aproximadamente 912.050 km², com algumas ilhas nas Pequenas Antilhas, fazendo fronteira marítima com os territórios autônomos neerlandeses de Aruba, Antilhas Holandesas, e Trinidad e Tobago. O idioma oficial da Venezuela é o espanhol, sua capital é a cidade de Caracas, que se trata da cidade mais populosa do país.

1. História da Venezuela
Américo Vespúcio, o primeiro a explorar a costa da Venezuela, chegou por volta de 1498 no Golfo de Macaraibo, onde encontrou nativos que viviam em habitações lacustres, construídas sobre estacas de madeira fixas no lago. Vespúcio, que era italiano, achou aquelas construções semelhantes às da cidade de Veneza, daí o nome Venezuela, que significa pequena Veneza. Sua colonização iniciou-se em 1520. Antes da chegada dos europeus, a Venezuela era habitada por povos indígenas se destacando os índios caraíbas, aruaques e os cumanagatos. Em 1567 foi fundada a cidade de Caracas, que se tornou um importante centro desta região. O território da Venezuela já esteve dividido entre Vice-Reinado do Peru e Audiência de Santo Domingo até que em 1717 foi estabelecido o Vice-Reinado de Granada. A Venezuela tornou-se uma capitania geral do império Espanhol em 1776.


Caracas

A Colômbia foi o primeiro país que as forças de Bolívar conseguiram libertar de uma vez por todas. Isso aconteceu na Batalha de Boyacá, em sete de agosto de 1819. Isolado por Bolívar, o exército realista foi encarregado de tomar a ponte de Boyacá e seguir até Bogotá. Ao saber da movimentação, Bolívar deslocou suas tropas para o local. No confronto, 210 realistas foram mortos ou feridos e 1600 feitos prisioneiros. Bolívar ocupou a capital sem resistência no dia 8 e mandou colunas para libertar as demais províncias. Derrotado, o general Morillo retornou à Espanha em 1820.

Em 24 de junho de 1821, a terra de Bolívar presenciou, enfim, o confronto que a tornaria independente: a Batalha de Carabobo, travada numa região de savana. Em 1821 o país passa a integrar a República da Grande Colômbia, junto com a Colômbia, Equador e Panamá e a costa ocidental da Nicarágua, que se dissolveu somente após a morte de Simón Bolívar. Tal integração fazia parte do projeto bolivariano como proposta de unidade entre os povos e espaços colonizados pela Espanha. A partir de 1830, quando é efetuado o rompimento, foi estabelecida a República da Venezuela.

A descoberta das grandes jazidas de petróleo se deu no inicio do século XX. Com a introdução da exploração do petróleo em 1922 há uma profunda transformação na economia do país, colocando-o numa posição de destaque entre os fornecedores do estratégico produto em nível mundial e modificando sua organização social que de proprietários-peões, passa para uma relação de capital-trabalho. As primeiras eleições presidenciais se deram apenas após o ano de 1947. A legalização dos partidos de esquerda e a pacificação da nação após dez anos de guerrilhas foram feitos do então presidente eleito em 1969, Rafael Caldera. No fim da década de 80, houve grandes levantes populares, derivados da corrupção no governo e pelas medidas adotadas para combater a crise econômica. Os anos 80 foram marcados por crises causadas pelo gigantesco crescimento do gasto interno devido à política que desenvolveram os dois partidos tradicionais. Em 1989 houve uma revolta popular em protesto pelo aumento de impostos decretado na segunda presidência de Carlos Andrés Pérez (1989-1993). O descrédito do regime se foi agravando depois da tentativa súbita do golpe de Estado encabeçado em 1992 pelo coronel Hugo Chávez, visando à destituição do presidente Carlos Andrés Pérez em 1993 acusado de corrupção, e pela instabilidade vivida durante a presidência de Rafael Caldeira (1994-1999).


Hugo Chávez

2. O governo de Hugo Chávez

Hugo Rafael Chávez Frías é o atual presidente da Venezuela. É um político militar, e o 53° presidente da Venezuela. Chávez defende os ideais bolivarianistas, promovendo o socialismo, a democracia, e a cooperação entre a América Latina e o Caribe. Crítico declarado da globalização, do neoliberalismo e dos Estados Unidos, tem um discurso pautado na luta contra a corrupção e nas reformas sociais, onde conseguiu grande força e apoio popular. Após liderar um golpe de estado mal-sucedido contra o então presidente Carlos Andréz Pérez em 1992, Chávez foi eleito em 1998 obtendo enorme apoio popular, promovendo uma série de políticas assistencialistas, com o objetivo de combater as doenças, o analfabetismo, a desnutrição, a pobreza, entre outros problemas sociais. Assumiu a presidência em 1999 para um mandato inicialmente de cinco anos, pondo fim a quatro décadas de domínio dos partidos tradicionais. Através de sua popularidade, Chávez fundiu diversos partidos venezuelanos de esquerda, centralizando o poder em suas mãos. Controla a Assembléia Nacional, o Tribunal Supremo de Justiça, o Banco Central e a indústria petrolífera.


3. Geografia
No relevo venezuelano distinguem-se três regiões principais: a região dos altos relevos, os llanos que são as planícies, e o maciço da Guiana. Na região dos altos relevos destaca-se a cordilheira dos Andes, que ao penetrar na Venezuela, vinda da Colômbia, se desdobra em duas partes principais – uma para o norte (a Serra do Perijá) e outra para o nordeste (a cordilheira de Mérida) que culmina no Pico Bolívar (5002m), coberto de neves eternas.

Acompanhando o litoral, erguem-se a cordilheira da costa ou do Caribe e, mais adiante, terminando na península de Paria, a cordilheira oriental. Entre a Serra do Perijá e a Cordilheira de Mérida fica a maior depressão da região, a do lago Maracaibo, que se comunica por um estreito canal com o golfo da Venezuela. Na direção sul, até encontrar o rio Orinoco, estende-se a região dos llanos, que ocupa mais de um terço da superfície do país. Sua altitude média é pequena, exceto no sopé das montanhas, e sua topografia é constituída por numerosos platôs.

Na outra vertente do mesmo rio fica o sistema Parima ou maciço das Guianas, que ocupa 45% do território venezuelano. Com altitude média de 400 m, apresenta, contudo, elevações importantes, como os montes Roraima, Guanayguaca e outros, e violentos desníveis que interrompem o curso dos rios, produzindo enormes quedas d'água, como a do Salto Ángel, a cascata mais alta do mundo, com uma queda de 979 m.




4. População

A população Venezuelana possui uma variada combinação de etnias; aos ameríndios originais e aos espanhóis e africanos que se lhes juntaram depois da conquista espanhola, a imigração durante o século XX trouxe grandes quantidades de italianos, portugueses, árabes, alemães e outros, provenientes de países limítrofes da América do Sul. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas na parte norte do país. Apesar de metade da área terrestre da Venezuela se situar ao sul do rio Orinoco, esta região contém apenas 5% da população.

A estimativa de 2008 é de que a população venezuelana encontra-se em torno de 27.934.783 habitantes, sendo que a densidade demográfica gira em torno de 30 habitantes por quilômetro quadrado. A expectativa de vida é de 73 anos; a mortalidade infantil é de 17 crianças a cada mil nascimentos. Pesquisas mostram que 93% da população se encontra alfabetizada.

AUTOR não disponível. Venezuela – o que eu devo esperar? Disponível em:
http://www.souturista.com.br/viagem/venezuela.htm
Acesso em 2 de novembro de 2009.

PAVARINI, Márcia. Salto Angel: Um Salto para a Felicidade. Disponível em:
http://www.saojosedoscampos.com.br
Acesso em 28 de agosto de 2009.

Autor não disponível. República Bolivariana de Venezuela. Disponível em:
pt.wikipedia.org
Acesso em 28 de agosto de 2009.

AGENCIA Bolivariana de notícias. Militar e Político Venezuelano: Hugo Chávez. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u753.jhtm
Acesso em 29 de outubro de 2009.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AUTOR não disponível. América Latina: Venezuela. Disponível em:
http://www.bvmemorial.fapesp.br/php/level.php?lang=pt&component=41&item=30
Acesso em 28 de setembro de 2009.

AUTOR não disponível. Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe. São Paulo: Boitempo Editorial, 2006. Disponível em: www.ibge.gov.br/paisesat
Acesso em 28 de setembro de 20009.

RAMONET, Ignacio. Hugo Chávez. Disponível em:
http://pt.lemondediplomatique.com/
Acesso em 25 de agosto de 2009. 09h44minh

TRACCO, Mauro. Simón Bolívar: Meu Sonho de Liberdade. Disponível em:
http://historia.abril.com.br/politica/simon-bolivar-meu-sonho-liberdade-434762.shtml
Acesso em 10 de outubro de 2009.

AUTOR não disponível. História da Venezuela. Disponível em:
venezuela.costasur.com
Acesso em 10 de outubro de 2009.

AUTOR não disponível. Simón Bolívar, o libertador da América. Disponível em:
http://www.unificado.com.br/calendario/12/bolivar.htm
Acesso em 16 de outubro de 2009.

8 de nov. de 2010

Tendências de esmaltes para o verão 2011

Por Flora Oliveira

Gente!
Como nós sabemos, os esmaltes deixaram de ser apenas um complemento no visual para adquirirem o posto de acessórios... E hoje em dia o que vale é a originalidade: verde, azul, amarelo, desenhos os mais variados. Mas neste ritmo que andam os modismos atualmente, a tal da originalidade nem sempre traz em si as coisas mais bonitas... As tendências coloridas para este verão serão bastante imponentes: neon, prateados, porpurinados, etc. O importante é saber como e onde usar as multi cores que as coleções de esmaltes oferecem para nós consumidoras (muitas vezes compulsivas).

Uma tendencia que eu acho super legal é o nude, que veio com tudo não apenas no esmalte. Quando não souber exatamente o que usar, pode apostar nesta cor, que serve para quase todas as ocasiões. Também dão um toque muito feminino e discreto à produção.
A colorama também está com uma coleção bastante colorida para o verão este ano... Pelo visto, poderemos apostar bastante nos looks das nossas unhas!

7 de nov. de 2010

Filtros da ETA Guandu

Gente, o vídeo que eu gravei sobre a limpeza dos filtros que purificam a água do Rio Guandu. Claro que poderia ter ficado melhor se eu tivesse gravado desde o começo, mas já dá para ter uma noção de como funciona. Achei super interessante essa técnica de jogar a água na direção contrária para limpar os filtros. Tivemos a garantia de que a nossa água é totalmente limpa. Deem uma olhadinha!


6 de nov. de 2010

Concurso para a prefeitura do Rio - P2

A Secretaria Municipal de Educação informa que foi aprovado na Câmara de Vereadores o projeto de Lei que cria 3.356 vagas para o cargo de Professor de Educação Infantil e amplia o número de vagas para agente auxiliar de creche. Com a aprovação da Lei, elaborada pelo Executivo, a Secretaria dá mais um importante passo no salto de qualidade da Educação Infantil da cidade, iniciado ano passado com a implantação dos Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDIs), que integram a creche e a pré-escola numa mesma unidade, e a elaboração de um currículo único para a Educação Infantil.

No primeiro concurso, há 1.500 vagas, sendo 76 para portadores de deficiência, distribuídas pelas 10 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs). O salário mensal é R$ 1.025,22, acrescidos de bônus-cultura de R$ 102,52 e auxílio-transporte de R$ 103,40, para uma jornada de 22 horas e 30 minutos semanais. As inscrições – com taxa de R$ 50,00 – serão efetuadas apenas pela Internet, a partir de 10h de 9 de novembro até às 23h59 de 23/11, incluindo sábados, domingos e feriados. A ficha de inscrição estará disponível no site www.rio.rj.gov.br/web/concursos .

Os interessados devem possuir Nível Médio, na modalidade Normal ou Curso Normal Superior ou Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitação para docência na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental ou específica para Educação Infantil.

Os candidatos farão provas: objetiva, com 60 questões referentes ao conteúdo específico da disciplina, Língua Portuguesa, Matemática, Atualidades, Conhecimentos de Educação Infantil e Legislação, discursiva com três questões sobre Conhecimentos de Educação Infantil e de títulos – esta, de natureza classificatória.